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Mudanças

junho 11, 2008

Sabe aquelas fases da vida em que todas as mudanças resolvem acontecer de uma só vez?

Pois é, eu estou em um desses períodos.

Como não consigo atualizar mesmo este blog e torná-lo algo dinâmico, resolvi reformular por completo.

Eu vou deixá-lo parado por algum tempo até que eu consiga planejar todas as reformas que pretendo.

Na verdade, tudo isso tem a ver com o fato de estar chegando a minha formatura.

É hora de parar, refletir, me organizar e começar a ser uma profissional de verdade.

Vou preparar um site para centralizar e organizar minha vida.

Então, até lá!

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Primeiro dia de um novo ano

fevereiro 19, 2008

Começou hoje, 19, às 20h, meu novo passatempo: Oficina de roteiro para seriados de TV. Você pretende virar a mais nova roteirista da globo? Não sei, por que não? Mas, na verdade, a intenção de fazer o curso foi outra e tem a ver com a escolha do tema para a minha monografia.

Estava eu outro dia, no centro da cidade, perdida propositalmente, quando resolvi entrar na Livraria da Travessa. Lá não é uma livraria muito organizada como as que você vê num shopping, mas tem seu charme. Em meio a desordem encontrei um livro muito interessante e após passar a tarde inteira lendo, dentro da loja, resolvi comprá-lo.

O livro, escrito por um jornalista, fala sobre seriados de TV. Naquele momento, se deu uma espécie de click dentro da minha cabeça. “Poxa, por que não faço minha monografia sobre seriados de TV? Não faço idéia de qual aspecto abordar, mas pode ser um caminho!”

Sou apaixonada por seriados e pelo poder que eles têm de envolver as pessoas que assistem e torná-las parte deles. Na mesma semana da compra do livro, veio o destino – um amigo me repassou uma newsletter do Grupo Estação, que trazia os novos cursos do Laboratório Estação. Advinha qual era um dos cursos? Oficina de roteiro para seriados de TV!

Não pensei duas vezes, era um sinal! Agarrei com todas as esperanças e me matriculei no curso. Espero conseguir reunir material bibliográfico, experiência e/ou, se possível, ter alguma idéia que me permita fazer algo prático, em vez de fazer monografia.

O primeiro exercício é criar uma cena de uma página, que deve dar algo em torno de 1min30. Deve ser um diálogo entre dois personagens opostos. Todos vão poder ler suas produções durante o próximo encontro.

Vamos ver no que dá!

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Pseudo-videoclipe mais ou menos feito pelo usuário

novembro 20, 2007

Desde a semana passada havia me inscrito num tal de “Workshop de Videoclipe gerado pelo usuário”, que está na programação do Festival Internacional de TV, realizado pelo Instituto de Estudos de Televisão (IETV). Só sabia que começava às 11h, na segunda-feira (19/11), mas não fazia idéia do que aconteceria por lá. Li que uma banda (não lembrava o nome de jeito nenhum) estaria presente, mas não sabia que tipo de participação eles iriam ter. Também soube que um pessoal da MTV participaria e tudo isso começaria com um debate sobre linguagem – ou algo assim.

Cheguei bem cedo no trabalho para tentar sair de lá, no máximo 10h30, mas é óbvio que não consegui. O pessoal da limpeza resolveu trabalhar no dia do ponto facultativo e quando eu consegui começar, já eram quase 10h. Resultado: peguei trem, metrô, andei, comi (porque saco vazio não pára em pé, já dizia vovó) e só consegui chegar no Oi Futuro, local da oficina, por volta de 13h40. Mais do que atrasada e já tendo perdido, de cara, o debate inicial.

Então, não me restava mais nada além de me informar melhor sobre o que estava acontecendo e sobre o que ainda estaria por vir. Descobri lendo o folheto, que o debate, mediado pela jornalista e professora da UFF/IETV, Ariane Holzbach, girou em torno da linguagem de videoclipe. Foram apresentados, também, dois cases: MTV OverDrive, pelo ex-vj e produtor da MTV, Rafael Losso e FizTV, por Demian Grull; tudo isso temperado com discussões sobre conteúdo gerado pelo usuário – pano de fundo para a oficina que estava por vir.

Consegui pescar dos participantes que chegaram na hora e acompanharam tudo desde o início, como era o esquema. “Eles distribuíram senha no começo do debate e, na verdade, ninguém sabe, ao certo, o que vai rolar”, informou um menino moreno de cabelos cacheados que estava sentado em uma mesa com mais três meninas. No terraço do museu, onde todos os participantes aguardavam, ouvi de uma menina que era amiga da produtora da Manacá (a essa altura já tinha descoberto, ao menos, o nome da banda) que, mesmo eles, não tinham muita idéia do que haviam sido contratados para fazer. “Eles foram chamados para dar um show e dois dias antes o pessoal do IETV ligou avisando que seria gravado um videoclipe com o grupo”, disse Camila Rial.

Eles dividiram as pessoas que aguardavam, em grupos de 15 participantes. Quando chamaram os primeiros, fui até um, dos milhares de jovens da produção, reivindicar meus direitos. Me inscrevi pela internet e lá não falavam em senha, aliás, não diziam nada sobre coisa alguma. Nesse momento, dei de cara com a Cléo Pires – é a mesma coisa que na televisão. Meu problema foi resolvido, peguei uma das últimas senhas e meu certificado estava sendo preparado. Agora, só me restava esperar.

A Oficina

Uma das meninas da produção, Renata, estudou na FACHA de Botafogo. Foi justamente ela que veio anunciar o nosso monitor: Dani. Ele pediu para que a gente se reunisse e começasse a definir o videoclipe. Antes de começar a produzir, cada grupo tinha o direito de assistir a performance de seus antecessores. Das três câmeras que tínhamos disponível, duas ficaram com a banda – uma só na vocalista e outra nos detalhes de todos os outros integrantes – e a última, pegou as reações do público. A música tinha quase cinco minutos, sua melodia é empolgante e a vocalista, bem expressiva – o que nos rendeu ótimas imagens.

Terminamos de gravar, voltamos ao terraço e esperamos a nossa vez de editar. Tudo isso demorou 1h ou mais, e daí vem minha crítica ao evento. A iniciativa foi bastante válida, mas meu grupo foi muito prejudicado. Primeiro, porque tivemos uma câmera a menos – ouvi um integrante do grupo 1 dizer que eles tiveram quatro câmeras. Segundo, porque a nossa fita não foi um pouco adiantada, o que causou um defeito de tempo claramente identificável quando foram colocadas as três fitas para tocar ao mesmo tempo. Terceiro, fomos os últimos a começar a edição e tivemos cerca de 10 minutos para concluir, enquanto os outros participantes dispuseram de 30 minutos ou até mais.

Muita gente ficou sem fazer nada, mas quem quis fazer alguma coisa, conseguiu. Só era preciso ter um pouco de voz ativa, em meio a 14 pessoas. Imagino que devam ter ocorrido alguns problemas técnicos e de infra-estrutura, mas acredito que o ideal era que a Ilha de Edição estivesse localizada fora do auditório, para que, assim, os grupos que já tivessem gravado fossem editando enquanto outros produziam. Foi uma experiência bem legal, no sentido de conhecer pessoas, lidar com personalidades diferentes, conferir o que funciona ou não na prática, respirar um ambiental musical, produzir ao vivo e etc. Mesmo não tendo conseguido concluir a edição do vídeo, foi bacana. As produções vão ser veiculadas no FizTV.

Manacá

Uma das gratas surpresas da tarde de ontem foi a banda Manacá. Um Pop/Rock com influências Divulgaçãofolclóricas, que parecem ter sido tiradas diretamente dos contos de Ariano Suassuna, eles tocaram fundo na alma dos participantes. Mesmo sem conseguir entender a letra como um todo, porque o microfone estava baixo, a melodia inquietante e harmônica se fazia percebida nos quatro cantos do Museu da Oi.

Há um ano eles começaram, na Zona Norte do Rio, e pretendem a partir de um som local conquistar o mundo. Letícia Persiles, Luiz César Pintoni, Daniel Wally e Bruno Baiano, já parecem ter, pelo menos, conquistado o público presente no workshop, pela paciência, presença de palco e beleza de espetáculo. Para quem não estava presente, eles vão abrir o show do Cordel de Fogo Encantado no dia 07/12, na Fundição Progresso.

[ l i n k s ] [ r e l a c i o n a d o s ]
www.ietv.org.br/festival
www.bandamanaca.com
www.fiztv.abril.com.br
www.oifuturo.org.br

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BarCamp Rio 2007 – o primeiro na cidade maravilhosa

outubro 22, 2007

Já ouviu falar em “desconferência”? Internet, blogs, jornalismo colaborativo, novas tecnologias? E em evento horizontal onde qualquer um pode escolher um tema e expor ao público?  Aí você se diz: “Eu tenho um blog porque nasci na era da internet, mas dar uma palestra? Só se fosse sobre como pegar mulher!”. Então, você está no lugar certo! No evento realizado ontem, na PUC-Rio, teve espaço até para palestras polêmicas como a do Ian Black e suas “Técnicas de blogagem para pegar mulher”.

Foi a primeira edição carioca do BarCamp Brasil que discutiu temas característicos da modernidade: tecnologias e sociedade. O BarCampevento atraiu entre 100 e 200 pessoas, em pleno domingo de sol, ao auditório RDC da PUC-Rio para debater jornalismo colaborativo, nova mídia versus velha mídia, blog como modelo de negócios, redes sociais, entre outros assuntos escolhidos na palestra de apresentação ministrada por André Avório, responsável por trazer o modelo para o país e Nick Ellis, organizador da (des)conferência no Rio de Janeiro.

Ao chegar, os participantes se deparavam com simpáticas hostess que entregavam um kit contendo camisa do evento (preta ou branca), crachá para escrever o nome (ou nickname), um mapa da cidade e dois bilhetes do metrô (um deles era duplo). Passando ao segundo andar, quem já portava seus brindes tinha direito de se deliciar com uma mesa de café da manhã no hall de entrada enquanto aguardava a abertura do evento. Houve quem torcesse o nariz para os patrocínios, pois, segundo alguns blogueiros “do contra”, não combinam com um evento irreverente calcado na colaboração. Mas a grande maioria aprovou a infra-estrutura.  

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Espírito jornalístico

setembro 3, 2007

Hoje senti um pouco do espírito jornalístico aflorando em mim. Estava voltando de uma entrevista que fiz para o jornal da faculdade, quando vi um menino que acabara de ser esfaqueado se arrastando pela rua.

Segundo os curiosos no local, o menor havia sido agredido a um quarteirão dali e foi mancando até a esquina onde foi atendido pelo bombeiros. Uns falaram que era menino de rua, outros disseram que não.

É uma pena meu celular não ter cabo, porque eu poderia baixar as fotos para disponibilizar aqui.

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Extensão de mim

agosto 23, 2007

Bom, pretendo fazer minha monografia sobre blogs porque fui muito envolvida com esse universo na adolescência, e, ainda hoje, é um assunto que me entretém e fascina. Ainda não escolhi um recorte específico para o tema, mas, talvez, sobre blogs no meio corporativo.

Então percebi que precisava criar um, mas sobre o quê? A primeira idéia que tive foi reunir aqui todas as informações que não coubessem no meu currículo tradicional (aquele em Doc de 3 páginas no máximo), e que, de certa forma, fossem relevantes. Após começar a rascunhar, não foi preciso muito para eu perceber que era pouco e que, talvez existisse um objetivo maior.

Foi aí que me dei conta de que um weblog poderia organizar a minha vida! Simples, não? Resolvi que ele seria uma extensão de mim (por isso o subtítulo) e acumularia várias funções. Ele vai hospedar o meu currículo em formato estendido, vai centralizar uma série de ramificações minhas espalhadas pela internet e, voltando aos primórdios da Blogosfera, vou utilizá-lo, também, como diário virtual, relatando todas as minhas experiências na busca pela consolidação da identidade profissional.

É isso, sinta-se à vontade para conhecer um pouco mais sobre mim.
😉